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A
ORIGEM DA IRIDOLOGIA |
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Desde os primórdios da humanidade que os
olhos são objetos de fascínio pelo Homem. Há
achados arqueológicos que comprovam que os Caldeus, Babilônios,
deixaram inscrições em pedras sobre a íris
e a sua relação com o restante do corpo. No antigo
Egito foram encontradas cerâmicas onde foram pintados olhos
inclusive com sinais iridológicos.
Na Grécia Antiga, Hipócrates, pai da Medicina, também
se interessou pelo estudo da íris com a finalidade de diagnose.
Como existem referências em registros da Escala de Salerno.
Em 1670 d.C., Phillippus Meyens, Dresden, na sua obra Chiromatic
Médica, faz menção de sinais na íris
e quais são principais, bem como dá um entendimento
básico para o primeiro mapa da íris publicado.
Já em 1695, em Nuremberg, Joahann Eltholtz, escreveu trabalhos
científicos sobre sinais na íris.
Cristian Haertels, passados 91 anos, em Goettinger, elaborou um
trabalho fundamental nos estudos de Meyens e Eltholtz, chamado De
óculo et signo (o olho e seus sinais), que causou muita polêmica
na época.
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